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Archive for the ‘Política Monetária’ Category

Breves considerações sobre a crise recente: seria resultado de um ‘momento Minsky’?

Fernanda Cardoso♦

Alguns analistas vêm se referindo aos acontecimentos recentes no mercado financeiro norte-americano, particularmente aqueles associados à crise imobiliária, como característicos de um ‘momento Minsky’ – ou seja, como resultado de um prolongado período de rápida aceleração da dívida no qual empréstimos do tipo hedge são substituídos por empréstimos do tipo especulativo e Ponzi, o “momento” ocorre quando os empréstimos se tornam mais restritivos, aumentando os riscos de contração econômica sistêmica e de depreciação de ativos de capital. Para outros – aos quais podem ser atribuídas ao menos a duas linhas de críticas distintas -, esta é uma avaliação exagerada, pois esses acontecimentos não demonstrariam que a instabilidade financeira é intrínseca à operação de um sistema financeiro avançado como o norte-americano. A seguir, são apresentados estes diversos pontos de vista prós e contra a atribuição de características tipicamente minskyanas à crise atual, destacando alguns argumentos que corroboram ou não essas perspectivas.

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Ricardo Summa

A macroeconomia do novo consenso (Blinder(1997)), pode ser representada por três equações: uma curva IS, uma regra de Taylor (função resposta do Banco Central via taxa de juros para colocar a inflação na meta) e uma curva de Phillips aceleracionista, como resume Lavoie et alli (2006).

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Por Fabián Amico

Entre as explicações da inflação, existe um amplo cardápio de opções. Na direita ortodoxa, invariavelmente, a inflação é explicada por “excesso de gasto” (usualmente público) ou por “transbordo salarial”, o que configura um quadro de inflação por “excesso de demanda”: se pretenderia consumir mais do que se tem produzido. Por fim aumentam os preços. No fundo do argumento sempre há um governo irresponsável e “populista” que aumenta o gasto e “adoça” a economia com o único e diabólico fim de ganhar as eleições e se perpetuar no poder. (mais…)

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 Franklin Serrano**

 

Texto apresentado na FUNDAP, São Paulo, 24/04/2008 e que será tema para discussão do Coletivo Crítica Econômica. Acesse também outros textos dos Seminários da FUNDAP. (mais…)

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O Sistema de Metas Inflacionárias no Brasil, na sua operação, assemelha-se muito a uma âncora cambial. O manejo da taxa de câmbio através da taxa de juros é o mecanismo central do sistema. Mas, o êxito no atingimento do centro das metas inflacionárias por meio da apreciação cambial tem elevados custos. Demonstra-se que tal estratégia tem como resultado final o abandono de um processo de crescimento sustentável, justamente o oposto do que é afirmado no discurso oficial, em que a obtenção de taxas de inflação estritamente compatíveis com o centro das metas é, supostamente, pré-condição para o crescimento no longo prazo.

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Gustavo Santos 

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem 3 tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

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Nicholas Trebat 

 Em qualquer debate sobre teoria econômica, é preciso que as hipóteses estejam claras para que as pessoas, a maioria não-economistas, possam tirar as suas próprias conclusões. O debate sobre a teoria do “non-accelerating inflation rate of unemployment (taxa de desemprego não-aceleracionista da inflação, ou “NAIRU” na sigla em inglês), recentemente defendida pelo economista Alexandre Schwartsman (Folha de São Paulo, 8 de agosto, 2007), não constitui uma exceção a essa regra. (mais…)

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