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Archive for the ‘Ricardo Summa’ Category

Alexandre Freitas e Ricardo Summa*

 

A atuação do Banco Central (BC) no mercado cambial no dia de hoje (08/10/2008) ajuda a desfazer alguns “mitos”, tais como: a) o regime é de câmbio flutuante, e b) a taxa de câmbio é determinada no mercado futuro, portanto é ineficaz agir no mercado à vista. Ela serviu para ilustrar a crucial importância do Governo na determinação da “taxa de câmbio de mercado”.

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Ricardo Summa

A macroeconomia do novo consenso (Blinder(1997)), pode ser representada por três equações: uma curva IS, uma regra de Taylor (função resposta do Banco Central via taxa de juros para colocar a inflação na meta) e uma curva de Phillips aceleracionista, como resume Lavoie et alli (2006).

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A transferência de dinheiro público para o pagamento de juros segue em montante elevado, a despeito da redução da taxa básica de juros. Em textos anteriores (links), foi demonstrado como a Autoridade Monetária utiliza argumentos duvidosos a respeito do crescimento da demanda agregada e sua relação com a inflação para manter a taxa básica de juros em patamares extremamente elevados. (mais…)

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É muito comum ouvir, em tom catastrófico, que a carga tributária no Brasil é alta, que ela é uma das causas do baixo crescimento do produto, entre outras afirmações. Mas uma análise mais detalhada deve levar em conta tanto a questão da distribuição da carga tributária por parte do Estado, quanto a comparação com a situação da carga tributária de outros países no mundo.

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Ricardo Summa

 Em recente debate publicado na Folha de São Paulo, Alexandre Schwartsman polemiza com Lima a respeito da validade do conceito de NAIRU (sigla em inglês para taxa de desemprego não-aceleradora da inflação) e dos mecanismos tradicionais de controle de inflação.  

Schwartsman começa seu texto “Ousando dizer seu nome (FSP, 08/08/2007)” com uma provocação ao seu debatedor: “Não tenho como hábito responder a pessoas com problemas para soletrar”. A fixação pela capacidade de soletrar me remete àqueles filmes norte-americanos de sessão da tarde, de concursos de soletrar, e deve ter sido adquirida por Schwartsman quando lá fez seu PhD. Mas Schwartsman parece ter trazido dos EUA mais do que hábitos estranhos, infelizmente. Trouxe teorias que soam tão estranhas quando verificadas à luz dos dados brasileiros quanto sua fixação por habilidades de soletrar. Mais que isso, a provocação carece de sentido quando se trata de um debate escrito, o que, já no nível do sarcasmo, demonstra a total falta de senso de Schwartsman com o mundo real. Afinal, na atividade acadêmica, pouco importa a capacidade de soletrar, mas sim é vital a capacidade de leitura e reflexão crítica. Aí está o maior defeito de Schwartsman, que parece não ter lido e refletido sobre alguns conceitos e documentos. Vamos a eles.

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