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Archive for the ‘AUTORES’ Category

Ricardo Summa

A macroeconomia do novo consenso (Blinder(1997)), pode ser representada por três equações: uma curva IS, uma regra de Taylor (função resposta do Banco Central via taxa de juros para colocar a inflação na meta) e uma curva de Phillips aceleracionista, como resume Lavoie et alli (2006).

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Por Fabián Amico

Entre as explicações da inflação, existe um amplo cardápio de opções. Na direita ortodoxa, invariavelmente, a inflação é explicada por “excesso de gasto” (usualmente público) ou por “transbordo salarial”, o que configura um quadro de inflação por “excesso de demanda”: se pretenderia consumir mais do que se tem produzido. Por fim aumentam os preços. No fundo do argumento sempre há um governo irresponsável e “populista” que aumenta o gasto e “adoça” a economia com o único e diabólico fim de ganhar as eleições e se perpetuar no poder. (mais…)

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Fernanda Cardoso¨ª

A relação entre poupança e investimento é sem dúvida um assunto gerador de muitas controvérsias teóricas. O presente artigo busca apresentar sucintamente o que significa essa relação sob a ótica do princípio da demanda efetiva (PDE), recorrendo aos seus principais formuladores, Keynes e Kalecki. Em especial, como será demonstrado, a concepção de tais autores – bem como de seus estudiosos – contrasta radicalmente com a definição de cunho (neo)clássico sob a égide da Lei de Say, a partir da qual “toda oferta cria sua própria demanda” ou, nos termos desse artigo, “toda a poupança – oferta de recursos financeiros – se converte automaticamente em investimento – demanda por recursos financeiros”.

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 Franklin Serrano**

 

Texto apresentado na FUNDAP, São Paulo, 24/04/2008 e que será tema para discussão do Coletivo Crítica Econômica. Acesse também outros textos dos Seminários da FUNDAP. (mais…)

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Cristina Fróes de Borja Reis©

Este artigo investiga as relações entre investimento público e desenvolvimento econômico, com base em uma abordagem keynesiana e estruturalista. Na seção 1, apresenta-se a perspectiva teórica de desenvolvimento econômico e o papel do investimento público neste processo. Discutem-se, ainda, a importância do investimento em infra-estrutura, das políticas econômicas e das atividades das empresas estatais. Na seção 2, examina-se a relação entre o crescimento e o investimento público na economia brasileira dividindo-se o período em duas fases: de 1950 a 1979 e de 1980 a 2006. A divisão do tempo está de acordo com o tipo de atuação do Estado e de condução do investimento público, bem como das fontes de financiamento deste gasto, conforme se argumenta a seguir. A diferença mais latente é de que, no primeiro período, o Estado era altamente intervencionista e praticava políticas mais agressivas de sustentação da demanda interna principalmente via sua atividade empresarial, enquanto no segundo período os investimentos públicos recrudesceram e a política econômica enviesou-se progressivamente para uma direção menos comprometida com o fomento da demanda agregada. Finalmente, as conclusões sintetizam as contribuições mais importantes do texto.

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O Sistema de Metas Inflacionárias no Brasil, na sua operação, assemelha-se muito a uma âncora cambial. O manejo da taxa de câmbio através da taxa de juros é o mecanismo central do sistema. Mas, o êxito no atingimento do centro das metas inflacionárias por meio da apreciação cambial tem elevados custos. Demonstra-se que tal estratégia tem como resultado final o abandono de um processo de crescimento sustentável, justamente o oposto do que é afirmado no discurso oficial, em que a obtenção de taxas de inflação estritamente compatíveis com o centro das metas é, supostamente, pré-condição para o crescimento no longo prazo.

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 Numa Mazat

Quando a União Soviética dissolveu-se em 25 de dezembro de 1991, podia começar a transição para uma economia de mercado livre, conforme aos desejos de Boris Yeltsin, presidente da recém-criada Federação da Rússia. Os dirigentes russos escolheram uma aplicação acelerada do receituário ortodoxo. Como será demonstrado aqui, essa escolha levou a Rússia à beira do abismo, com resultados catastróficos do ponto de vista político, social e econômico. (mais…)

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