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Archive for the ‘Cristina Reis’ Category

Cristina Fróes de Borja Reis

Roberta de Oliveira Guimarães

O objetivo deste artigo é aplicar o método de análise de Lopez (2000) para investigar a distribuição de renda no Brasil entre 2004 e 2006 a partir da estrutura de ocupação no mercado de trabalho. Através dos dados da Pesquisa Nacional de Domicílios (PNAD) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram construídos para o Brasil os índices de concentração de renda propostos por Lopez – principal inovação do estudo em relação a outros trabalhos sobre distribuição de renda. A intenção é compreender como se dá a distribuição dos rendimentos do trabalho entre cada tipo de posição na ocupação (empregador, empregado com ou sem carteira assinada, trabalhador conta própria e doméstico) nos meios urbano e rural, em cada região do país e qual sua relação com a distribuição pessoal da renda. Conclui-se que o aumento do emprego formal, a redução do desemprego e a queda da relação entre os rendimentos dos capitalistas vis-à-vis os dos trabalhadores devem ter tido conexão direta com a melhoria na distribuição de renda no país.

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Cristina Fróes de Borja Reis

Esse artigo apresenta as relações entre investimento público e desenvolvimento econômico no Brasil entre 1950 e 2006, a partir de uma abordagem keynesiana e estruturalista. (mais…)

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Cristina Fróes de Borja Reis§

Fernanda Graziella Cardoso¨

 

Resumo: Fundamentado numa retomada histórico-analítica, o presente trabalho pretende traçar um nexo explicativo entre as diferenças das trajetórias de desenvolvimento do Canadá, da Argentina e do Brasil. A análise possui duas contraposições fundamentais. Primeiramente, confrontando a Argentina e o Canadá, investiga-se porque tais países – que possuíam em comum o fato de serem colônias temperadas inglesas (sendo a Argentina uma colônia informal) -, mesmo partindo de condições aparentemente semelhantes, atingiram resultados econômicos e sociais tão distintos. Em seguida, a análise estende-se para a comparação entre o Brasil e a Argentina, que, antagonicamente, partiram de condições estruturais diferentes, mas culminaram em uma trajetória de crescimento semelhante. Apesar das autoras se basearem na noção das relações de poder características do Sistema Mundial naquele período, atribuem papel crucial aos condicionantes internos para a escolha da estratégia de crescimento e desenvolvimento econômicos e defendem que somente através de uma combinação analítica dos fatores externos e internos, bem como de suas interações, é possível entender o porquê das escolhas do modelo econômico de cada país. 

 Ler artigo completo: microsoft-word-outra-vez-a-crucialidade-dos-condicionantes-internos_sep085

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Cristina Fróes de Borja Reis©

Este artigo investiga as relações entre investimento público e desenvolvimento econômico, com base em uma abordagem keynesiana e estruturalista. Na seção 1, apresenta-se a perspectiva teórica de desenvolvimento econômico e o papel do investimento público neste processo. Discutem-se, ainda, a importância do investimento em infra-estrutura, das políticas econômicas e das atividades das empresas estatais. Na seção 2, examina-se a relação entre o crescimento e o investimento público na economia brasileira dividindo-se o período em duas fases: de 1950 a 1979 e de 1980 a 2006. A divisão do tempo está de acordo com o tipo de atuação do Estado e de condução do investimento público, bem como das fontes de financiamento deste gasto, conforme se argumenta a seguir. A diferença mais latente é de que, no primeiro período, o Estado era altamente intervencionista e praticava políticas mais agressivas de sustentação da demanda interna principalmente via sua atividade empresarial, enquanto no segundo período os investimentos públicos recrudesceram e a política econômica enviesou-se progressivamente para uma direção menos comprometida com o fomento da demanda agregada. Finalmente, as conclusões sintetizam as contribuições mais importantes do texto.

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Cristina Reis e Fernanda Cardoso

Desde a década de noventa, as palavras “globalização” e “neoliberalismo” caíram em uso comum. Tornaram-se a explicação final de toda a sorte de acontecimentos nas esferas econômicas, políticas, empresariais e culturais. Muitos artigos, dissertações e livros discutem os movimentos globalizantes e suas implicações sob aspectos diversos. A maioria deles toma a globalização[1] por um fenômeno positivo, que em última instância poderia concretizar o sonho de Kant de que uma boa governança traria a paz perpétua e um mundo sem fronteiras entre os países, também presente nos versos de “Imagine” de Lennon.

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                                                                                       Cristina Reis

As transformações que ocorreram nas instituições e mercados financeiros nos últimos trinta anos configuraram um sistema financeiro que corresponde aos interesses tanto do governo quanto da elite financista dos Estados Unidos. Mais especificamente, a securitização surgiu durante a crise do sistema bancário e recessão financeira mundial (aumento dos juros dos Estados Unidos em 1979, moratória do México em 1982 etc.) como uma solução contra a incerteza crescente nos mercados. O presente artigo apresenta as principais instituições do sistema financeiro atual e as razões históricas, políticas e econômicas que acarretaram no processo de inovações financeiras, relacionando-o aos interesses do governo e da elite financeira dos Estados Unidos.

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                                                                                     Cristina Reis

                                                                                           Fernanda Cardoso

Fundamentado numa retomada histórico-analítica da trajetória sócio-econômica da Austrália, do Canadá e da Argentina, o presente trabalho investiga porque tais países – que possuíam em comum o fato de serem colônias temperadas inglesas – mesmo partindo de condições aparentemente muito semelhantes, atingiram resultados econômicos e sociais tão distintos. Apesar das autoras partirem da noção das relações de poder características do Sistema Mundial naquele período, atribuem papel crucial aos condicionantes internos para a escolha da estratégia de crescimento e desenvolvimento econômicos e defendem que somente a partir de uma combinação analítica dos fatores externos e internos, bem como de suas interações, é possível entender porque determinadas estratégias foram adotadas.  

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